Wednesday, August 14, 2013

Cem anos da Taquigrafia no Brasil -



CEM ANNOS DE TACHYGRAPHIA NO BRASIL

Iniciativas, aspectos e vicissitudes

Das antigas Provincias, a primeira que tratou de introduzir a tachygraphia no parlamento, para distribuição das luzes dos seus legisladores, foi Minas Geraes, que em 1832 creou a primeira aula publica dessa disciplina no interior do paiz, vindo depois Pernambuco, em 1848. Para aquella, foi contractado professor a Antonio Jose da Costa Amorim, discipulo de Silva Velho e que ensinou a arte na antiga Capital, Ouro-Preto, dando habilitados os dous primeiros tachygraphos que trabalharam na antiga Assembléa
Provincial Mineira – Camillo Luiz Maria e José Januario.

De nova cathedra, creada no Lyceu Mineiro em 1854, de que foi monitor Camillo Luiz Maria, sahiram tres outros – Camillo Augusto de Brito, Baptista Carlos José de Mello e Modesto da Silva Bessa, que tambem trabalharam até mais ou menos 1861. Outro dos que trabalharam na antiga Assembléa Provincial de Minas, foi, como já dissemos, Camillo de Brito, cujo chiché se segue:
Deixa de figurar nesse grupo Eliseu Guilherme Christiano, que estamos informado ter trabalhado tambem em Minas, tendo mais tarde abandonado a arte para se dedicar á magistratura.

Em 1893 abriu o Dr. Cornelio Vaz de Mello um curso de tachygraphia em OuroPreto, ensinando por um caderno de notas de seu irmão Aurelio Vaz de Mello, ex-discipulo de M. P. da Silva Velho. Desse curso, no qual se matricularam algumas dezenas de alumnos, sahiram habilitados oito. Com a formação desse nucleo de profissionaes, fez-se a emancipação da tachygraphia em nosso Estado, vindo eles há perto de 40 annos prestando os seus serviços ás duas casas do Congresso Mineiro.

Desses, são já fallecidos Benjamin, Jorge, Adolpho e Arthur Rosenburg. Lincoln Kubitschek só mais tarde oncorporou-se ao quadro, tento trabalhado de 1918 até 1930, sendo hoje deputado eleito á Constituinte Mineira, cujos trabalhos vão começar em Janeiro proximo.

(Algumas dessas photographias são recentes, inclusive a nossa, tirada em 1918, por occasião da Guerra Européa, em que servimos como official da Missão Medica Brasileira, enviada á França).

Encontro da Familia Vaz de Mello em BH 2012


Encontro da Familia Vaz de Melo de 2012, em Belo Horizonte



Sunday, August 11, 2013

Encontro de 1998 -


Quantas pessoas queridas que ja se foram.  Muitas lembranças.

Sunday, June 30, 2013

Familia de José Quintela Vaz de Mello



Lourdes Beatriz me enviou e estou repassando foto de 1914  da Familia de Jose Quintela Vaz de Mello



Oi, Flávio,

    

Estou organizando o álbum de minha família. Encontrei este retrato datado de novembro de 1914.
De pé, à direita, meu avô, Pedro Aurélio Vaz de Mello. Ao seu lado, atrás, meu pai, José Quintela Vaz de Mello. Minha avó,  Otilia Quintela Vaz de Mello, com meu tio Hélio Vaz de Mello, sentada, tendo ao seu lado Anibal Vaz de Mello. A menina é Heloisa Vaz de Mello , que, ao casar,  passou a Heloisa Vaz de Mello Lustosa Cabral, mãe de Geraldo Lustosa  ( dono do Laboratório Geraldo Lustosa ), já falecido.

Friday, May 31, 2013

Em 2013 teremos novamente a Dupla

Oi pessoal, parece-me que neste ano de 2013 teremos repeteco da dupla de 2005.

É  só esperar para ver. kkkkkk


Encontro de 2012

Encontro realizado no Sitio da prima Catarina em 2012





Encontro de 2012 - Varios momentos de confraternização.




Missa do Encontro de 2012



Missa realizada na Igreja de São Cristovão em Belo Horizonte.

Missa do Encontro de 2008



Nosso querido primo Ildefonso Silveira de Carvalho ao centro, neto de Bernardo Vaz de Mello entrega ao Des. José Norberto Vaz de Mello informe sobre OAB. Ao lado esquerdo o querido primo Fernando Vaz de Mello, trineto do Engenheiro Fernando Vaz de Mello.      Missa do Encontro de 2008.

Nota de Falecimento: Desembargador José Norberto Vaz de Mello



20/05/2013 10:35:21
                    Nota de Falecimento: 
                         Desembargador 
               José Norberto Vaz de Mello

A OAB/MG comunica, com pesar, o falecimento do desembargador José Norberto Vaz de Mello, ex-presidente do TJMG.
O velório está sendo realizado nesta segunda-feira, 20/05, no Salão Nobre do TJMG, unidade da Rua Goiás e o sepultamento será às 16h, no Cemitério Parque da Colina, em Belo Horizonte.
O desembargador Vaz de Mello ingressou na magistratura, mediante concurso público, depois de ter sido, no período de 1945 a 1954, funcionário da 7ª Coletoria Estadual de Belo Horizonte e 2ª Coletoria Estadual de Juiz de Fora – 1954.
Assumiu o exercício do cargo de Juiz de Direito da comarca de Itamogi em 1954. Foi promovido por merecimento para a comarca de Monte Santo de Minas, promovido por antiguidade para a comarca de Viçosa, após ter sido incluído em lista de merecimento para Araguari, Pará de Minas, Uberaba, Serro e Ituiutaba e indicado para a comarca de Caratinga em 1962.
O magistrado foi promovido por merecimento para Belo Horizonte (1ª Vara de Assistência Judiciária e Acidentes do Trabalho) em 1965. Em 1972, foi titular da 2ª Vara da Fazenda Pública e Autarquias .
Foi promovido para o extinto Tribunal de Alçada de Minas Gerais, por merecimento em 1974 e por merecimento para o Tribunal de Justiça de Minas Gerais em 1978. Assumiu a Presidência do Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais em 1988.
Foi também 1º vice-presidente e 2º vice-presidente do TJMG e diretor da Escola Judicial "Des. Edésio Fernandes.
(com informações do site do TJMG)

Friday, September 07, 2012

ALGUNS DADOS SOBRE VAZ DE MELLO

TEXTO ENVIADO POR "Gustavo Paula - Xamã, Clio Museu de Cultura Material"
Email gustavopaula@arqueomundo.com.br

 Boa noite,

 Não temos propriamente uma pesquisa de caráter genealógico, embora utilizemos a genealogia numa esfera mais restrita para esclarecer os vínculos sócio-políticos dentro dos clãs a que pertencem nossos acervos museográficos. Nossa pesquisa se centra em disciplinas como História da Cultura Material, História do Cotidiano e da Vida Privada, História da Cidade e História Estrutural, sendo outras disciplinas e ciências utilizadas apenas como auxiliares. De minha parte, sou salvaguardador de parte do acervo, e por sangue descendo de José Alves Ferreira de Melo, que era casado com uma Vaz de Melo, e parentes entre si. Esse José Alves Ferreira de Melo, nasceu em Nova Lima, mas de logo em sua infância mudou-se para Pará de Minas, a partir de onde fez fama como advogado, e mais tarde como promotor, juiz municipal, e mais tarde, deputado estadual e deputado federal. Hoje resido também em Nova Lima, por coincidência, mas sou natural de BH, todavia não sei de parentes meus residindo aqui, ao menos não aqui na sede do Município, pois Nova Lima possui essa área periférica próxima ao Belvedere, que é como um segundo centro e no qual é possível já existam muitos primos e primas distantes ali habitando, tendo em vista em geral serem famílias de razoável poder aquisitivo. Das famílias novalimenses com as quais me relaciono aqui, não pude aventar qualquer ligação de sangue minha com os Melo existentes na cidade, que parecem ter origem bastante diferenciada e daqui própria. Em termos de pesquisas históricas, parece-nos que os Vaz de Melo, e os Ferreira de Melo, bem como os troncos próximos, possuem ligação aos Melo nordestinos, dele procedendo, como parecem sugerir algumas fontes, mas admitimos não termos uma opinião sólida sobre essa questão, muito mesmo por não ser a genealogia um foco central de nossos estudos, mas apenas um recurso auxiliar. Tenho mais dados sobre o mesmo, tal como o nome de sua esposa, ainda não buscamos registro paroquial de seu nascimento para buscar maiores detalhes porque estamos em trabalho de catalogação dos acervos que não são poucos nem tampouco se restringem a essa família, ou apenas a famílias, mas é possível que se tal registro ainda existir, que esteja na Catedral Nossa Senhora do Pilar, uma vez que ainda não existe Arquivo Histórico neste município. Reproduzo aqui outro artigo acerca desse que foi o meu bisavô. Esse artigo estará no nosso site em breve, pois estamos reformatando os artigos, alguns estão inativos, daí não aparecem." História José Alves Ferreira de Melo, nasceu em 15 de agosto de 1866, na cidade de Nova Lima, então chamada Vila Nova de Lima, e, segundo jornalistas, "viria a ser uma das figuras de maior prestígio na vida cultural e política de Minas". Procedente do clã político dos Vaz de Melo, mudou-se, ainda em criança, com seus pais, para a cidade de Pará de Minas, mas sua carreira não se ateve a essa cidade, projetando-se como outros de seus ancestrais a esferas estaduais e nacionais. Primeiro como Promotor de Justiça, depois como Juiz Municipal e enfim como advogado, teve tal atuação no meio mineiro, que lhe valeu a sua inclusão no restrito primeiro plano do ambiente jurídico, ao lado de outros como Francisco Mendes Pimentel, Carlos Peixoto, Edmundo Lins e Carvalho Mourão, que estiveram entre seus primeiros colegas na turma de diplomados de 1889 pela Escola de Direito do Largo da Sé, em São Paulo. Filiou-se ao Partido Republicano Mineiro, e candidatou-se e foi eleito Deputado Estadual. Mudou-se para a capital, então, Belo Horizonte. Integrou o Tribunal Especial, cuja função era julgar senadores, deputados, desembargadores e outras autoridades. A partir de 1915, integrou a Câmara Federal, sendo eleito por mandatos sucessivos, até 1922. Manteve estreita amizade com Ruy Barbosa, e ainda mais estreita com Artur Bernardes, que era casado com sua sobrinha, e Melo Viana Desenvolvimentista Foi devido a seu empenho enquanto deputado estadual, que a Estrada de Ferro Oeste de Minas construiu sua ligação rumo a Divinópolis, e a variante rumo a Pará de Minas, trazendo desenvolvimento para essas cidades. Também foi um dos maiores incentivadores da fixação da indústria têxtil em Minas Gerais, ao lado do Cel. Américo Teixeira Guimarães, atuando tanto como acionista fundador de várias indústrias têxteis, como também como advogado desses empreendimentos.